Não há um mês que assegure a mesma experiência em toda a Chapada Diamantina. A região reúne altitudes, vales e municípios com condições próprias; chuva, calor, baixa umidade e nível dos rios podem mudar a dificuldade de uma caminhada e a viabilidade de um banho de cachoeira. Em vez de decidir apenas por médias históricas, confira a previsão e os avisos do INMET para as localidades do roteiro nos dias anteriores e na manhã de cada passeio. Se houver previsão de chuva forte, trovoada, enxurrada ou risco de incêndio, reduza a exposição, aceite alterar a ordem das atividades e siga a orientação do condutor, da unidade de conservação ou da Defesa Civil.
Reserve os percursos mais longos para dias em que você esteja descansado e com uma janela de luz segura, sobretudo se o retorno depender de trilhas pouco marcadas. O ICMBio alerta que travessias no Parque Nacional têm caráter rústico, não contam com sinal de celular nem sinalização de trilha em seu interior. Isso torna imprudente usar uma previsão favorável como garantia. Quem deseja fazer Vale do Pati, Fumaça ou outra travessia deve prever noites suficientes para adaptações e confirmar, com quem operará o roteiro, as condições de acesso, água, hospedagem e possíveis restrições na data escolhida.











